Da arrogância, da ética e da honestidade dos lulo-petistas e seus aliados em 2007
Publicado por tunico em Dezembro 27, 2007
Em 2007, tivemos episódios e atitudes deploráveis que marcaram a gestão do Apedeuta e de seus “cumpanhêro”. Alguns exemplos:
- O caso Gautama, a operação navalha, as ONGs dos “cumpanhêro”, as obras superfaturadas, “Vavá da Silva, o lobista de araque”;
- A ministra “afro-descendente” da Igualdade Racial faz declarações racistas contra os brancos na imprensa;
- O famoso “top-top” do Sargento Garcia e seu “cumpanherinho aspone” no caso do acidente do avião da TAM;
- A ministra Marta manda o povo relaxar e gozar em meio ao caos aéreo enquanto viaja direto de jatinho da FAB;
- O ministro Jobim reclama do tamanho dos assentos dos aviões em vez de resolver o caos aéreo;
- O ministro Temporão só fala de aborto enquanto a epidemia de dengue cresce assustadoramente e pessoas continuam morrendo nas filas de hospitais públicos;
-As caixas pretas dos cartões de crédito corporativos e o segredo dos gastos exorbitantes do PAN com doação de 3 bilhões de reais a fundo perdido pelo governo federal;
-Lula perde a esportiva na famosa grande vaia no PAN;
- O “cumpanhêro sindicalista” Devanir Ribeiro lança a idéia do terceiro mandato do Apedeuta, no embalo do descrédito do Congresso;
- O “empenho” de Lula em livrar a cara de Renan Calheiros com a ajuda dos aliados de plantão, liberando verbas para os congressistas amigos;
- Esse mesmo “empenho” com liberação de verbas para tentar salvar a CPMF;
- A senadora Ideli afirma com desdém que a CPMF passa com votos da oposição, troca arrogantemente até um Senador na comissão de ética para ajudar na aprovação;
- O Apedeuta culpa a oposição pela derrubada da CPMF quando devia mais é olhar pro seu próprio rabo e para seus aliados;
-Guido Mantega, o ministro terrorista da Fazenda que não serve nem pra ser caixa de supermercado;
- Os depoimentos dos petralhas mensaleiros no STF negando tudo, que não sabiam de nada, que são honestíssimos e que a culpa toda é do Delúbio, o bode expiatório dos “cumpanhêro”.