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Ótimo artigo.Vale a pena ler

Posted by tunico em setembro 26, 2006

O ABOMINÁVEL GOVERNO DO PT
25.09, 13h32

por Maria Lucia Victor Barbosa, socióloga

O mais recente escândalo envolvendo novamente companheiros da intimidade do presidente da República confirma a incômoda sensação de que o Brasil está sendo governado não por um partido, mas por uma máfia oficializada.

É de conhecimento geral que não existem apenas vestais em outros partidos, que a corrupção é prática corrente desde tempos coloniais. Mas agora houve uma extrapolação da desfaçatez, da sordidez como método preponderante de fazer política, do cinismo que nega evidências criminosas com candura angelical, da mentira como arte magna de enganar eleitor bobo. Tudo isso praticado pelo partido e seu governo, que sempre se apregoaram éticos, compostos por imaculados dirigentes, portadores de mudanças moralizadoras na política.

Naturalmente o PT não contava com o fracasso de sua manobra para incriminar o candidato José Serra e, assim, alcançar a vitória para Mercadante. Bêbados de poder, certos da vitória do chefe, companheiros não temeram usar de seus costumeiros meios sujos para se apoderarem de São Paulo, a jóia da coroa. A reeleição da prefeita Marta Suplicy (ou Favre), dada como certa e perdida para Serra fora um duro golpe. Era preciso reconquistar o terreno precioso e, mais uma vez, o PT lançou mão de sua tradicional tática de enxovalhar a reputação alheia através de acusações falsas. Entretanto, como já disse e repito petistas são campeões em duas modalidades de tiro: tiro no pé e tiro pela culatra.

Da tramóia emergiu para o respeitável público os companheiros: Freud Godoy, assessor especial da Secretaria Particular de LILS, que há dezessete anos trabalha para o partido. Jorge Lorenzetti, analista de risco e mídia da campanha de reeleição de Luiz Inácio, seu churrasqueiro predileto. Gedimar Passos, ex-agente da PF, que atuava na área de inteligência da campanha de LILS. Valdebran Padilha, coordenador financeiro do PT em Cuiabá em 2004 – com essa dupla, que não é sertaneja foram encontrados num hotel de São Paulo R$ 1,410 milhão e US$ 139 mil. Não se sabe se a dinheirama para pagar Vedoin estava guardada nas cuecas dos petistas porque a Polícia Federal, sob as ordens do ministro da Justiça, não permitiu fotos –, Osvaldo Bargas, ex-chefe de gabinete do ministro do Trabalho. Expedito Veloso, ex-diretor de Gestão e Riscos do Banco do Brasil. Hamilton Lacerda, coordenador de campanha de Aloísio Mercadante – este, num ato falho, cobrou o conhecimento do conteúdo do tal dossiê, invencionice como o foi o dossiê Cayman, tentativa de incriminar o então presidente Fernando Henrique Cardoso – Ricardo Berzoini, presidente do PT, candidato a deputado federal, expulso da coordenação da campanha do chefe para não incriminá-lo.

Estes são os novos Delúbio, aparentemente sacrificados por conta de suas “travessuras” como diria Luiz Inácio. “Piadas de salão”, como falaria o ex-tesoureiro do PT. Certamente os “meninos levados da breca” continuarão por perto como tantos outros que foram chamados nos habituais jogos de cena do candidato e presidente, de traidores, mas que continuaram a servi-lo com a mais canina das devoções.

Mais esse escândalo às vésperas da eleição deveria abalar o prestígio de LILS. Por enquanto isso não aconteceu, pelo menos conforme pesquisas. E enquanto o PT já prepara o discurso de posse do segundo mandato, Luiz Inácio representa o papel de indignado e chama de abominável as tradicionais táticas de seu partido como se não as conhecesse de longa data, como se fosse possível distinguir entre ele e seus velhos companheiros, como se o governo e o PT não formassem um todo que se ramifica por órgãos oficiais devidamente partidarizados.

Não é possível saber o resultado que brotará das urnas em 1 de outubro. Informações e contra-informações povoam o cenário da campanha mais chocha de que se tem notícia. Mas um fato é notório: a audaciosa manobra do fictício dossiê demonstrou o quanto o PT e seu governo se sentem seguros. O candidato e presidente, assim como seus companheiros sabem que façam o que fizerem estarão a salvo. Para isso foi criado um sistema dentro do sistema através do loteamento do Estado. Espalhados em diversos escalões, colocados em postos-chave, petistas se dedicam em servir aos interesses do partido, o que significa preservar o chefe acima de tudo.

Num segundo mandato essa rede de proteção deverá ser mais fortalecida. Os Poderes constituídos e várias instituições serão mais corrompidos. A propaganda obscurecerá com mais êxito o fracasso da economia. Força e poder crescerão no abominável governo do PT que prosseguirá sem freios ou entraves.

Diante de tudo isso que se recorde a frase de Carlos Vereza sobre os brasileiros: “ao votarem pela segunda vez no maior farsante de toda a história política brasileira, passarão da condição de eleitores à de cúmplices, conscientes da lamentável desagregação ética e moral que assola o país”.

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Soberba: o pior pecado dos petralhas

Posted by tunico em setembro 25, 2006

Tarso Genro, notável do PT(?), disse em agosto à FolhaSP, que seu partido cometeu dois erros fundamentais quando alcançou a presidência da República: a “soberba” e uma “simbiose equivocada” entre a legenda e o governo. Palavras dele:
“Uma certa soberba e um certo equívoco sobre o que é o poder. E houve uma simbiose profundamente equivocada entre o partido e o governo. Isso foi se transformando em uma relação entre partido e Estado em algo profundamente equivocado”, disse Tarso, ao ser questionado se houve uma “omissão coletiva” dos membros do partido.

Sobre a soberba leia: (wikipedia – http://pt.wikipedia.org/wiki/Soberba)
“A soberba é a tendência de um indivíduo para um modo de vida caracterizado por grandes despesas supérfluas e pelo gosto da ostentação e do prazer. Textos antigos, remontando aos primeiros sociólogos, já afirmavam que, a identidade do homem se afirma pela sua propriedade privada. Seus bens são seu modo de existência pessoal e, em consequência, sua vida essencial. A vida no modo “ter” foi amplamente analisada por Fromm (1987). Na busca de uma orientação e participação num grupo, como forma de diminuir as angústias da existência, as pessoas seguem as regras sociais dos grupos, que participam, ou gostariam de participar.

Pode ser associada à luxúria, altivez e apresenta um certo nível de presunção exagerada para com bens materiais. Frequentemente um indivíduo com essas tendências também apresenta vaidade e arrogância, juntamente com orgulho demasiado pelas próprias capacidades e eventuais realizações, sempre associadas aos bens tangíveis, ao luxo.”

“…O soberbo quer superar sempre os outros, mas quando é superado, logo se deixa dominar pela inveja. Para o soberbo, ele deve sempre estar no topo, sendo o parâmetro mais alto para as pessoas, despertando interesse e curiosidade de todos. Quando é superado, logo o soberbo se sente ameaçado, atingido, sendo tomado pela inveja no sentido ruim, querendo depreciar os outros e vangloriar-se, sem que para isso se estruture para se superar ou até fazer uma avaliação da vida, dando-se em determinado momento por satisfeito.”     

Os petistas em geral e seus principais próceres começando por Lula, cometeram este pecado diuturnamente depois que ascenderam ao poder em janeiro de 2003. São altivos, sem serem transparentes.São presunçosos.São orgulhosos de serem petistas.Quem não é petista não presta segundo eles. São vaidosos em mostrarem sua ascensão social.]

A luxúria é explícita tendo como ícone o AeroLula, os jantares de altos dirigentes petistas em restaurantes caros, os lençóis egípcios, os vinhos caros(quando estavam por baixo, comiam frango com polenta no São Judas em SBC, bebiam cerveja, vinho Sangue de Boi, cachaça).

E o pior do sub-pecado petista. Arrogância. Todo petista é arrogante ao extremo. Nada pior que uma pessoa arrogante. Exemplos petistas? Vários. Cito os principais:

Lula é arrogante. Vejam um exemplo recente:

“Em comício em Sorocaba, em que disse que vai vencer a eleição no primeiro turno, Lula voltou a se comparar a Jesus Cristo. Em Goiânia, ele já havia dito que seu sangue e suas células estavam no povo; hoje, lembrou que, “numa mesa de 12, um traiu Jesus Cristo” ao se referir aos petistas que se meteram com o dossiê fajuto.”(blog do Reinaldo Azevedo). Lula confunde popularidade com santidade.

Aloísio Mercadante é a arrogância em pessoa. Mente ao se declarar Doutor em Economia quando na verdade só completou o mestrado. Sua educação oriunda de um pai militar, rigido, foi distorcida . Confundiu retidão de princípios típica da educação dos quartéis com superioridade humana.

José Dirceu confundiu sua extradição passada com o direito de determinar regras ao povo brasileiro segundo sua visão canhestra apreendida no regime de Fidel Castro de democracia.

Berzoini é arrogante meramente por ser arrogante. Acho que nem sabe direito o que significa arrogante, pois é sim, ignorante.

Tarso Genro, é o arrogante metido a intelectual. Expressa sua arrogância com belas palavras arrogantes por excelência.

José Genoíno é arrogante quando declara que sua vida foi destruída pela mídia. Não consegue reconhecer seus erros como dirigente partidário.

Enfim, todo petista com um mínimo de inteligência e informação é arrogante. Arrogância leva ao mal.E nesta direção , os petistas viram petralhas.

E como petralhas, fazem mal a todo o Brasil. Àqueles que os apóiam e àqueles que não os apóiam.

Que eles se reduzam à sua insignificância moral, mental, política, a partir destas eleições. É meu desejo sincero.

Estou com o saco cheio de arrogantes mafiosos.

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Refletindo um pouco mais sobre o assunto pesquisas x estatísticas eleitorais

Posted by tunico em setembro 12, 2006

Segundo o TSE, a distribuição do eleitorado brasileiro segundo o grau de instrução é a seguinte:

         6,57% de analfabetos

         16,92% lêem e escrevem

         34,57% têm o primeiro grau incompleto

         7,88% o primeiro grau completo

         16,88% o segundo grau incompleto

         11,18% o segundo grau completo

         2,32% o superior incompleto

         3,33% o superior completo

Na viagem de volta a Sampa, passei pelo Sul da Bahia(vejam a foto tirada na BR-101) onde escutei no rádio do carro um programa de um radialista de Ubaitaba, pequeno município perto de Eunápolis e Porto Seguro. Sujeito porreta como se diz por lá. Ele me chamou  a atenção para este aspecto da instrução do eleitorado. Explicava porque não interessa aos políticos seja da situação, seja da oposição, incentivarem a educação. Quem se educa passa a ter maior poder de discernimento, pensa melhor, enxerga as coisas. Não depende de tapinhas nas costas, uma cesta básica, um sanduíche, um Bolsa-Família para votar neste ou naquele candidato.

Disse ainda o radialista, que pela distribuição publicada pelo TSE, 17% dos brasileiros sustentam com os impostos escorchantes, resultado de seu trabalho e produção os outros 58% de analfabetos ou os que mal escrevem o nome ou só aprenderam a fazer conta de mais e menos, que não produzem absolutamente nada ou muito pouco, nem pagam impostos pois vivem na informalidade e de escambos. Naturalmente não é bem esta a distribuição mas se aproxima bastante da realidade.

Lula e seus mentores intelectuais souberam muito bem se aproveitar desta condição, instigando de certa forma a divisão de classes nos seus quase 4 anos de governo, massacrando a classe média brasileira que perdeu 13% de seu poder aquisitivo neste período em prol de um brutal aumento de lucros da minoria rentista e da movimentação do dinheiro dos impostos para os programas ditos “assistenciais” do governo petista. Lula trombeteia que os mais pobres subiram de classe. Quer dizer que 60 reais por mês a mais dados de graça a quem tiver atestado de miserável significa subir na vida?

Ainda mais que esse dinheiro(aquele que sobrou do desvio de verbas públicas, dos mensalões, das máfias de sanguessugas, dos altos salários pagos aos novos funcionários públicos filiados ao partido do Apedeuta que hoje aparelham o Estado brasileiro) foi na grande maioria retirado do cidadão sério, este sim o verdadeiro trabalhador, através de impostos e que por perder seu poder aquisitivo ainda é obrigado a viver de crédito pagando a outra parte de seus ganhos em forma de juros altíssimos aos rentistas e agiotas oficiais.

Este é Brasil de hoje. É este o Brasil do Lula. Se continuar por mais 4 anos, nós da classe média teremos que apelar ao Bolsa-Família também.

Sai, Satanás!

  

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Este é o nosso Presidente? E corre o risco de ficar mais 4 anos nesta baixaria?

Posted by tunico em setembro 11, 2006

O desafio de viajar com Lula
Livro revela um chefe impaciente, que abusa de palavrões

Gabriel Manzano Filho

Numa tarde de calor infernal, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva estava todo suado, abraçando e beijando admiradores em uma cidadezinha da Bahia, e pediu uma toalha, com urgência.
O segurança ouviu e saiu meio desajeitado, lento – e Lula, irritado com o calor e com ele, comentou: ‘Olha o bundão, lá vai o bundão pegar a minha toalha.’ À sua volta, ninguém estranhou. O governo mal começava, mas o descaso com as boas maneiras já era rotina no Planalto.
Broncas com diplomatas, do tipo ‘pô, você acha que eu sou babaca de ler tudo isso?’, ou com auxiliares num palanque – ‘Cadê as cartilhas, porra! Como não trouxe as cartilhas, seu incompetente!’ – sinalizavam o novo ritual do governo.
Esses episódios, e outros bem mais pesados, sucedem-se, aos montes, nas 272 páginas de Viagens com o Presidente, dos jornalistas Leonencio Nossa, do Estado, e Eduardo Scolese, da Folha de S. Paulo, que acaba de ser lançado pela Editora Record. É um relato dos melhores (ou piores?) momentos das 423 viagens de Lula desde sua posse, em janeiro de 2003, até abril passado, 91 das quais para o exterior.
Não é uma análise política nem revela furos imperdíveis.
Seu forte é a banalidade do dia-adia – as conversinhas no avião ou nos jantares, depois do terceiro uísque, a enxurrada de palavrões para todo lado, a impaciência do presidente com ajudantes, com outros líderes, com fazendeiros, com a moça do café. Relatados por Nossa e Scolese, esses episódios mostram como funciona, longe dos eleitores, o seu presidente.
Lula, resumem eles, ‘não é dessas pessoas com chance de morrer de enfarte por engolir sapos’.
Por exemplo, numa festa na embaixada em Tóquio, em 2005: ‘Tem horas, meus caros, que eu tenho vontade de mandar o Kirchner para a p.q.p.’ E mais tarde: ‘A verdade é que nós temos de ter saco para agüentar a Argentina (…), ter muito saco.’ Ou então, sobre o Chile: ‘O Chile é uma merda, uma piada. Eles fazem os acordos lá deles com os americanos.
Querem mais é que a gente se f… por aqui. Eles estão c…. para nós.’ O livro traz também amenidades – os ciúmes de Marisa, que não quer ajudantes bonitonas por perto, os apelidos que a segurança dá ao presidente (Eclipse, Saturno), as broncas contra o Sucatão. E até uma brincadeira dele, na janela do Hotel Glória, no Rio.
Foi quando um grupo criticava, na rua, o ex-chefe da Casa Civil José Dirceu. ‘Ei, José Dirceu / Devolve o dinheiro aí / O dinheiro não é seu.’ O presidente gostou e saiu pelo quarto repetindo o refrão, ‘com os dedos indicadores para o alto, como se estivesse num baile de carnaval’.

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A Turma do Lula(ótima)

 http://www.youtube.com/watch?v=K3v9w2lwzWI

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