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Pesquisa Data-Folha-Esquisito, né?

Posted by tunico em outubro 18, 2006

 Eu achei no mínimo estranho a diferença entre Lula e Alckmin ter aumentado tanto em apenas uma semana. Como bom matemático, fui ver a fundo a metodologia utilizada pelo Instituto. O Instituto Data-folha é considerado sério e adota metodologias próprias que eles consideram adequadas dentro da boa estatística. Porém, baseado nos resultados do primeiro turno, achei esquisitos os resultados desta última amostra. Baixei as tabelas detalhadas à disposição no site do Instituto. Vi algumas incongruências que demonstro a seguir:

 1-      Foram entrevistadas 7.133 pessoas em 25 estados. Ficaram de fora os estados do Amapá e Roraima. Até aí, tudo bem, pois o resultado nestes estados não afetaria o resultado geral de forma significativa.

Ao analisar a tabela geral  de intenção vi os seguintes resultados absolutos:de 7.133 entrevistados, 3.964(55,6%) são Lula, 2.737(38,36%) são Alckmin, 242(3,38%) são branco/nulo/nenhum, 190(2,66%) é um número que não está demonstrado mas é o saldo para fechar os 7133 entrevistados. Nesta mesma tabela, existe uma linha chamada de resultado ponderado onde Lula passa para 57% e Alckmin para 38%, sendo 5% o saldo de brancos/nulos/nenhum que foi o resultado divulgado.Entendi que os 190 entrevistados “fantasmas” foram distribuídos no resultado geral. Comparando com os resultados do primeiro turno, infiro que grande parte dos votos de HH, Cristóvam e os nanicos foram para Lula, mais uma parcela dos brancos e nulos do primeiro turno e Alckmin não ganhou nem perdeu nada no caxangá, pois mantém os mesmos 38% do primeiro turno.

Mas o pior vem agora. O Data-Folha tem uma tabela de distribuição da amostragem por região do país. As entrevistas não foram feitas considerando a proporção correta de eleitores de cada região(a saber, Sudeste- 43,6%;Sul-15,1%;Nordeste-27,11%;Norte-COeste-14%). Entrevistaram mais eleitores no Sul(32,5%), menos no Nordeste(16,6%) e no Norte/Centro-Oeste(9,7%), e quase o mesmo número no Sudeste(43,2%). Aí, fizeram uma ponderação com base nesta distribuição, para corrigir a distorção da amostragem. Nesta ponderação, o resultado é extrapolado para a tabela principal, corrigindo os resultados absolutos. Me chamou a atenção também que o número de brancos/nulos/indecisos por região é consistentemente maior(12,5% em média) que o número final ponderado apresentado(5%). Não entendi a conta feita neste caso. Aqui estou inferindo que houve uma distribuição forçada da diferença média de 7,5% ou o que chamamos em matemática de “chutômetro”. Uma tentativa de distribuir a tendência dos indecisos baseada na ponderação final.  Pela teoria dos erros, esse cálculo só faz aumentar a diferença a favor de quem já está na frente. Como a ponderação final é favorável a Lula, esta distribuição “forçada”  só faz aumentar a diferença.

Na distribuição por região, Alckmin cai em todas elas se comparado ao primeiro turno. Parte dos votos dos outros candidatos migra para Lula e parte migra para o rol dos indecisos, brancos e nulos.Mas o resultado desta tabela não bate de novo com os 5% de indecisos brancos e nulos do resultado ponderado divulgado.Novamente um mistério.

Chego à seguinte conclusão: Apesar da seriedade do Instituto Data-Folha, houve um erro de amostragem. Foram entrevistadas pessoas em regiões e locais com características não adequadas à distribuição mais próxima do perfil real do eleitorado como deveria ser. Se foi proposital ou não não sei mas que é estranho, lá isso é. O problema é que se houve erro de amostragem, o resultado foi divulgado e já causou o efeito psicológico que devia causar.Desalento para que está atrás e incentivo para quem está na frente. Na próxima pesquisa, este resultado poderá se confirmar justamente pela psicologia, não pela matemática. E o Data-Folha se safará do erro cometido. Já vi este filme antes. 

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Vejam o que um petista equilibrado fala

Posted by tunico em outubro 11, 2006

Ao nível de equilíbrio do bem e do mal
O presidente Lula, candidato várias vezes na vida, foi assíduo freqüentador de debates. O ex-presidente Fernando Collor humilhou-o diante de milhões de eleitores na campanha de 1989. O falecido governador Leonel Brizola ridicularizou-o, dando-lhe apelidos jocosos. O ex-presidente Fernando Henrique preferiu a condescendência e dispensou com ele a discussão, alegando ser desnecessário por se tratar de um mito. O PT se submete, os ministros não o enfrentam. Lula esteve sempre acima do bem e do mal.
Luiz Inácio Lula da Silva, na reflexão que se pretende aqui fazer, nunca teria sido tão respeitado como o foi no domingo por seu adversário na disputa da Presidência da República, Geraldo Alckmin, durante debate da TV Bandeirantes. Uma constatação que contraria tudo o que têm dito Lula, o PT e os que agora firmaram a estratégia de vitimizá-lo para sensibilizar o eleitor indeciso.
Há, porém, um petista, o deputado mineiro Paulo Delgado, que sempre foi independente e crítico e talvez por isso mesmo não tenha conseguido a reeleição para a Câmara, que tem uma visão diferente: “Nem Lula foi agredido, nem o debate só tratou de baixarias. Foi o melhor debate da história da política brasileira. O nível foi alto, o Lula foi respeitado e também respeitou, houve um embate político duro entre dois homens adultos”. Se os petistas insistirem em ver o debate como hostil, diz Delgado, “é sinal de que querem ganhar a disputa sem resolver os problemas. O PT não pode querer ganhar sem debater essas questões, essa é a agenda, nós temos que explicar os problemas”.
Em sua opinião, a exigência da sociedade brasileira é o esclarecimento da agenda negativa da política. O segundo turno teria a função de decantar o principal da agenda que, segundo o deputado, tem hoje dois temas principais, e ele começa pelo segundo para destacar a importância do primeiro. “O segundo grande tema da sociedade brasileira é o progresso industrial e vigor tecnológico. Isto inclui gerar emprego, aumentar o PIB, criar um país com crescimento econômico que possa prescindir de políticas sociais emergenciais”.
O primeiro grande tema, porém, “é a moral e os bons costumes da vida pública”. Para Delgado, seria inédito no mundo uma sociedade em que existe “desonra na política” com um PIB de primeiro mundo.
“O primeiro debate do segundo turno foi o melhor debate desde a abertura. Os dois candidatos foram tratados como adultos e isso permitiu que a vaidade, as idiossincrasias de cada um, não se tornassem o elemento central”. A síntese humorada de Paulo Delgado é: “Foi um debate americano com temas paraguaios”.
O Brasil, a seu ver, ainda não se elevou, não tem a dureza que europeus e americanos têm quando se trata do confronto com a moral pública. “A idéia de que a agenda da honestidade é baixaria, e que a indignação é irritação, é de um país que não está acostumado a ver essa questão tratada com objetividade e de maneira adulta e respeitosa, como foi”.
Paulo Delgado discorda também dos que não perceberam no debate a exposição de programas de governo. São três as funções do debate, diz. A primeira, é ver a integridade do homem público diante do seu contendor. A segunda, principalmente no caso do presidente de um país, é ver como ele reage em situações de risco, a capacidade que tem de absorver críticas sem considerá-las pessoais. E a terceira é colocar na mesa, para discussão, o que está nas fábricas, nas empresas, nas universidades, os assuntos que estão nas instituições e nas ruas.
Há 10 anos, lembra, já coube em debate uma pergunta sobre Aids, e hoje a questão não está mais na rua; como já esteve na agenda a questão do aborto, da fé – este debate derrotou Fernando Henrique Cardoso há 15 anos, porque era da agenda brasileira. “Hoje, perguntar a Lula se ele é católico ou evangélico não seria uma agressão, da mesma maneira que não seria agressão pergunta a Alckmin qual a verdadeira vinculação dele com a Opus Dei”.

“Um debate americano com temas paraguaios”
Lula e o PT reclamam que não houve discussão sobre programa de governo, mas houve, sim. Todas as perguntas, respostas, réplicas e tréplicas sempre incluíram críticas a opções feitas pelos partidos em disputa e embutiram também projetos para o futuro. O que não houve foi a substituição total da agenda da honestidade. Paulo Delgado define: “Não houve debate acadêmico sobre programa de governo, nem ali era o lugar; houve debate político sobre programa de governo”. O encontro, diz, elevou o nível da política: “Quem está querendo baixar o nível é o PT. O PT não aguenta esse tipo de debate”
 Rosângela Bittar- Valor Econômico

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O Brasil dividido graças a um populista mal-intencionado

Posted by tunico em outubro 11, 2006

Desde que Lula foi eleito, a máquina de informações petista vem colocando com muita intensidade na cabeça dos miseráveis brasileiros que vai melhorar a vida deles. Todo político faz isso, sabemos. No caso do lulo-petismo, não é diferente mas eles vão mais a fundo. Não só prometem mas agem de forma a dar uma melhoria virtual, com um “adjutório” em moeda sonante que faz muita diferença para quem não tem nada. O problema é que ao não criar condições reais de melhoria desta grande massa da população como promoção efetiva do desenvolvimento da economia que cria emprego e renda, este assistencialismo vira uma mera esmola. Quando alguém critica este método, revela-se a pior face do lulo-petismo. Na defensiva, eles preferem incitar esta massa de miseráveis contra os que eles denominam de elite burguesa. Segundo eles, esta elite estaria conspirando para manter o status-quo. E quem seria esta elite na ótica petista? Todos aqueles que não concordam com sua ideologia, seus métodos de governar, de cooptar aliados, sejam ricos, pobres ou remediados. O sistema de distribuição de renda neste país é injusto justamente por falta de crescimento econômico sustentado e equilibrado. O governo petista não conseguiu resolver este problema e nem equacioná-lo de forma competente. Preferiu aliar-se aos rentistas e aos corruptos de sempre para se manter no poder. As lamentáveis ocorrências de escândalos ligados à corrupção financeira e moral promovidas nestes 4 anos por petistas notáveis que não mostraram nem competência nem ética nem honestidade no trato com a coisa pública levaram a uma reação indignada de uma grande parte das pessoas sérias e trabalhadoras entre elas muita gente que inclusive acreditou e votou em Lula.

O problema é que grande parte dessa massa de miseráveis concentra-se nas regiões do Nordeste e do Norte do país e nas periferias das grandes cidades. Nestas periferias, a maioria é de migrantes oriundos do Norte-Nordeste, das regiões pobres do Norte de Minas Gerais que se confunde com o Nordeste. O resultado das eleições no primeiro turno veio demonstrar o resultado da política e da propaganda massificadora do lulo-petismo. O país ficou dividido, tanto geo-politicamente como socialmente. Com exceções localizadas, Lula ganha com larga vantagem nas regiões do Nordeste, do Norte, em grande parte do Sudeste(Rio, Minas e Espírito Santo) e perde no Sul, Centro-Oeste e em São Paulo que acaba sendo empurrado em direção ao contingente sulista. As regiões onde Lula perde, são as regiões mais ricas do país, responsáveis por 65% da produção de toda a riqueza e são 45% da população. O Brasil ficou dividido entre os lá de cima, os explorados e os cá de baixo, os exploradores. Nunca,nem em 2002 houve esta divisão.

Infelizmente o fenômeno hoje é este. A divisão está se cristalizando. E pode piorar independente de quem ganhe as eleições. Se Lula ganhar, como está apontando a última pesquisa, quem vota contra ele não vai aceitar passivamente a continuidade da mentira e da corrupção e constituirá uma oposição ferrenha pelos próximos 4 anos. O lulo-petismo reagirá incitando  a “maioria pobre” contra a “minoria elitista”. Se Alckmin ganhar, o lulo-petismo promoverá ao velho estilo uma série de movimentos populares, invasões, arruaças em todo o país, “colocarei o povo nas ruas contra esta elite burguesa” como já ouvimos o próprio Apedeuta e seus acólitos declararem em comícios recentes.  No plano prático, é jogar o Norte-Nordeste contra o Sul e o Centro-Oeste para se manter no poder.

É complicado.

Morei no Nordeste há 20 anos atrás e já sentia uma rejeição latente do povo local ao Sul-Maravilha ainda que não declarada. Voltei a morar este ano e percebi claramente que a rejeição é mais explícita, graças à propaganda incitatória estilo Goebbels dos lulo-petistas.

E tem mais. Independente do resultado das eleições, nós que durante anos criticamos duramente( e com razões de sobra) os métodos desta seita (para mim o PT não é partido político, é seita fanática) seremos duramente perseguidos, podem esperar. Um colega blogueiro já jogou a toalha, declarando que não mais comentará política pois tem medo do PT. E olhem que ele conhece a fundo boa parte daquela turma. Não me resta nada mais a não ser continuar batalhando pela vitória de Alckmin. Aprendi na minha vida que o mal deve ser sempre combatido senão voce acaba encarnando este mal.

Vamos em frente.

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Programa de governo do Lula

Posted by tunico em outubro 10, 2006

Este programa foi idealizado para nos próximos quatro anos acabar com  a dívida pública, com o déficit da Previdência e reduzir brutalmente a desigualdade social. Pretendemos promover neste segundo mandato as reformas necessárias para um Brasil mais justo socialmente e igual para todos como nunca foi nestes últimos 500 anos.

1-Educação 

Vamos criar o PROESC que será o PROUNI ampliado até a escola fundamental. As escolas, faculdades e universidades particulares terão cotas de 20% para a burguesia e para as elites que pagarão R$ 4.000,00 por mês para cada aluno pelo seu ensino. 30% da arrecadação das mensalidades será destinada ao PROESC para custear o estudo dos outros 80%. O critério de cotas será feito pelas faixas do IRPF. Quem hoje paga IRPF(acima de R$ 1.200,00 por mês de renda) ou tem empresa e paga IRPJ é burguês e elite portanto estará no sistema de cotas e disputará 20% das vagas mediante prova do ENEM. Quem não paga terá acesso livre e gratuito à educação em todos os níveis. Estará fora do sistema de cotas todo funcionário público federal que comprovadamente for filiado ao partido do Presidente da República e partidos aliados. 

2-Reforma da Saúde e Previdência

Usando o mesmo critério do Imposto de Renda acima, todo cidadão que paga Imposto de Renda, seja pessoa física ou jurídica, será obrigado além  da contribuição normal para o INSS a pagar Plano-Saúde e Plano de Previdência Privada e não poderá usar os serviços do SUS nem terá mais direito à aposentadoria pelo INSS. A arrecadação do INSS será para custear o funcionamento da máquina, contribuir para o superávit primário e custear a aposentadoria dos mais pobres, que não pagam Imposto de Renda. 

3-Economia – Reforma Tributária

O superávit primário será aumentado para 10% do PIB, a taxa de juros se manterá em 12% ao ano  reais mais a inflação projetada, para atrair capitais de investimento. A carga tributária será aumentada para 60% do PIB através da unificação das contribuições sociais (PIS, COFINS e CSLL) em uma única contribuição com alíquota única de 30% incidente sobre o faturamento das empresas, sejam elas de que tamanho forem. Será extinto o SIMPLES. Será criado o sistema COMPLICADO com 15 formulários de declaração para preenchimento e entrega mensal à Receita Federal. Para atender a análise destes formulários, serão contratados para a Receita Federal mais 30.000 auditores que obrigatoriamente deverão ter nível de instrução no mínimo similar ao Presidente da República e serem militantes ou terem militado no partido do Presidente da República ou de seus aliados nos últimos 4 anos. Por ser contratação emergencial, será dispensado o concurso público. A contratação será por mérito técnico e pessoal.  O salário mínimo será aumentado 40% acima da inflação só para o trabalhador ativo. Os salários dos aposentados não sofrerão mais correção e sim redução de 10% ao ano. Assim, em 4 anos, mais da metade dos aposentados do INSS morrerá por inanição e estará resolvido o problema de déficit da Previdência. 

4-Transportes

Quem tem carro é elite ou burguês logo, o IPVA será triplicado salvo para aquele cidadão que comprovadamente for funcionário público federal e ao mesmo tempo filiado ao partido do Presidente da República e partidos aliados. Da mesma forma, a gasolina, o GNV e o álcool terão seu preço nas bombas duplicado através de aumento na CIDE cuja arrecadação será única e exclusivamente para contribuir para o superávit primário. Terá um desconto especial todo funcionário público federal que comprovadamente for filiado ao partido do Presidente da República e partidos aliados, bastando para tal apresentar a carteirinha de filiação ao frentista para ter direito a este desconto.

 A arrecadação será dividida entre a União e os Estados na seguinte proporção: 80% para a União e 20% para os Estados. A parte da União será depositada num fundo chamado FREF – Fundo de Recuperação das Estradas Federais. 50% deste fundo será destinado a obras de recuperação emergencial com a operação tapa-buracos em 15.000 km. Estas obras estarão dispensadas de licitação. Os outros 50% irão para contribuir para o superávit primário. 

5-Integração Social

O Bolsa-Família será estendido a 30 milhões de famílias carentes (aquelas que não pagam Imposto de Renda) e que passarão a receber todo mês 200 reais. Para ter direito bastará comprovar que não pagam Imposto de Renda. Será criado o Bolsa-Família Internacional para atender a população carente da Bolívia, Cuba e Venezuela. 

6-Integração Regional

Todas as obras federais exceto as obras emergenciais de estradas serão obrigatoriamente objeto de licitação na modalidade carta – convite. As empresas que quiserem participar, além da documentação prevista na Lei 8.666 precisarão demonstrar contribuição efetiva nas últimas três eleições ao partido do Presidente da República e partidos aliados. Se os sócios das empresas forem filiados a estes partidos, estarão dispensados desta comprovação. 

7-Reforma Agrária e Urbana

Considerando que os movimentos dos “sem-terra” continuam invadindo apesar dos líderes serem “companheiros”, os imóveis rurais improdutivos com área acima de 10.000 m2 passam a ser considerados como passíveis de desapropriação para novos assentamentos. No caso urbano, toda propriedade para fins residenciais com área construída acima de 50 m2 também será passível de desapropriação para alojamento dos “sem teto”. Ficam exclusos destas regras, os imóveis cujos proprietários sejam comprovadamente funcionários públicos federais e concomitantemente filiados ao partido do Presidente da República e partidos aliados. 

8-Reforma Administrativa

Será criado o Ministério da Estatização cuja função principal será através dos recursos orçamentários promover a recompra de ações pelo poder público das empresas privatizadas nos últimos 12 anos. Ao mesmo tempo, através de Portaria do Banco Central, os dividendos destas ações passarão a pagar Imposto de Renda num alíquota de 100% do valor dos dividendos. Será criada a BRASILBRÁS, empresa estatal cuja função será de exercer o papel de holding de todas as empresas estatais federais. Quem vender suas ações à BRASILBRÁS pelo seu valor nominal, terá desconto integral do Imposto de Renda dos dividendos.  

9-Reforma das Comunicações

Criação da ANCOM- Agência Nacional de Regulação dos Meios de Comunicação. Todo e qualquer órgão ou meio de comunicação impresso, falado, televisivo ou cibernético terá seu funcionamento regulado por esta agência. Só poderão ter direito à concessão de uso destes meios os cidadãos e empresas que comprovadamente forem  parentes de funcionários públicos e/ou filiados  ao partido do Presidente da República e partidos aliados ou que tiverem comprovação de contribuição monetária regular anual a estes partidos. Se qualquer matéria, artigo, blog, página da Internet contribuir direta ou indiretamente para denegrir a imagem pública e pessoal de qualquer funcionário público de qualquer um dos poderes da República ligado ao partido do Presidente da República ou aos seus partidos aliados, o cidadão ou empresa perderá imediatamente o direito à concessão e estará sujeito às penas da Lei. 

10-Reforma Política

Não haverá necessidade de reforma política. O Congresso tal como foi eleito, com Sarney, Renan Calheiros, collor, Ideli, Maluf, Ciro Gomes, Jader Barbalho, Palocci, Berzoini, João Paulo Cunha, José Mentor, Valdemar da Costa Neto, Clodovil e o baixo clero mensaleiro, está de bom tamanho para mim. 

 

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