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Pobre Brasil

Posted by tunico em setembro 10, 2007

País medíocre José Carlos Azevedo

A expressão “post hoc ergo propter hoc” – que significa “depois disso, logo por causa disso” – foi considerada válida durante séculos, apesar de ser uma falácia lógica, porque os fatos que se sucedem no tempo não são conseqüência necessária dos que os antecedem. Se fosse válida, deveríamos dizer que o Brasil é um país medíocre porque findou a monarquia e interrompeu o ciclo de mais de 40 anos de progresso e ordem que antecedeu a Proclamação da República, caracterizado pela honestidade dos dirigentes na condução dos interesses da Nação.

É, todavia, difícil compreender por que, até o fim do reinado de Pedro II, o Brasil era um país mais promissor que os EUA, mais importante que a China, a Índia, o Japão, a Coréia e quase todos os países europeus – de onde vieram muitos imigrantes – e hoje ocorre o oposto: o Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA é cerca de 13 vezes maior que o nosso e essa nação possui o maior poderio científico, tecnológico, econômico e militar do planeta; a Coréia do Sul, há 40 anos, era um dos países mais atrasados do mundo e hoje é mais desenvolvido que o nosso. No Brasil, após 118 anos, o regime republicano mantém uma legião de analfabetos, oferece educação da pior qualidade e exames feitos por instituições internacionais comprovam que seus alunos se classificam entre os mais despreparados do mundo. Os sucessivos governos republicanos não foram capazes de resolver as questões mais elementares de educação, saúde, transporte, saneamento e segurança.

Custa a acreditar que a República tenha sido instituída de forma provisória, apoiada por um partido que tinha apenas dois deputados e que o decreto de sua criação estabeleceu: “Art. 1º – Fica proclamada provisoriamente e decretada como forma de governo da nação brasileira a República Federativa.” Sem ironia e com respeito ao personagem, convém lembrar que o maior responsável pela queda da monarquia foi o diretor de uma escola de cegos. A condição provisória durou até 1993, quando um plebiscito confirmou o regime republicano, a respeito do qual Ruy Barbosa afirmou: “O mal gravíssimo e irremediável das instituições republicanas consiste em deixar exposto à ilimitada concorrência das ambições menos dignas o primeiro lugar do Estado e, desta sorte, o condenar a ser ocupado, em regra, pela mediocridade.” Desiludido com o regime republicano, Ruy pronunciou a famosa frase no Senado, em 17/12/1914: “De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto.”

Passados 118 anos da Proclamação, o legado republicano é essa nação pobre, com uma legião de analfabetos, doentes e inválidos, com criminalidade infrene e miséria generalizada; um sistema educacional vergonhoso, a agricultura em permanentes sobressaltos, a indústria pouco competitiva e perdendo espaços para países emergentes. Não tem estradas, ferrovias, hidrovias e navegação de cabotagem e suas Forças Armadas estão à míngua. Mas nesse mesmo período, e apesar das duas guerras mundiais que quase os dizimaram, o Japão e a Europa passaram a apresentar índices de desenvolvimento muito superiores aos nossos.

Sempre aguardando a confirmação do vaticínio de Stephan Zweig, que garantiu ser este o “país do futuro”, o Brasil espera o dia de amanhã e vive à procura de quimeras, a última das quais é inundar o planeta com etanol. Entretanto, talvez por ignorância, deixou de construir os reatores nucleares previstos há três decênios e que supririam a energia que faltará nos próximos anos, sem a qual não haverá crescimento. As reformas se repetem, como se leis e decretos bastassem para resolver problemas. “Corruptissima re publica plurimae leges”, lembrou Tácito – ou, quanto mais corrupta é a República, mais leis ela possui. Qual é o resultado da reforma da educação do governo passado, que instituiu a “década da educação” e criou a biblioteca básica para o primeiro e o segundo graus, que não tinha livros de Matemática, Física, Química, Biologia e Geociências?

Os recentes episódios envolvendo ocupantes de cargos no Executivo e no Legislativo, denunciados por corrupção e delitos diversos, enxovalham a Nação, expõem-nos à execração pública, ao ridículo internacional e nos elegeram valhacouto de megatraficantes e bandidos de todos os matizes. Esses graves desvios de conduta, que não existem apenas na órbita federal e refletem a decomposição moral e ética generalizada, são conseqüência natural da falência da educação, da incompetência, do descaso e da inoperância de órgãos públicos e dos maus exemplos de integrantes das classes dirigentes.

As reformas do ensino são feitas sem critério e os cursos de Direito e Medicina proliferam atendendo a interesses políticos e financeiros; o governo federal cria universidades sem necessidade real e sempre sem contar com professores capazes disponíveis e infra-estrutura adequada; os alunos do ensino fundamental são submetidos a uma pletora de disciplinas ornamentais, supérfluas e até inúteis, mas nem conseguem falar e escrever de forma compreensível. O desastre é generalizado.

Há muito tempo, entretanto, as escolas ensinavam o que era necessário à formação intelectual e profissional e nos incutiam valores morais e éticos permanentes; nessa ocasião, ensinavam-nos Latim e líamos os textos menos difíceis, o livro das Metamorfoses de Publius Ovidius Naso, por exemplo, que tanto tem que ver com os dias de hoje nesta Terra dos Papagaios: “Vivitur ex rapto; non hospes…”, ou seja, “vive-se do roubo; amigos não estavam seguros com amigos, nem parentes com parentes e a bondade era rara entre irmãos…”

Pobre Brasil.

José Carlos Azevedo, doutor em Física pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT), foi reitor da Universidade de Brasília (UnB)

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Desconstruindo os discursos mentirosos do lulo-petismo(4)

Posted by tunico em novembro 22, 2006

Campanha: vamos mostrar ao povo que “o rei está nu” 

É necessário agir com urgência. Nós somos a classe média trabalhadora e produtiva. Estamos já há mais de 12 anos assistindo promessas vãs e mentirosas e somente nós sofremos com isso. O ganho médio anual da classe média diminuiu quase 20% em termos reais nesse período. Houve um brutal aumento do desemprego e da informalidade. Existem hoje mais de 3 milhões de membros da classe média desempregados ou vivendo de “bicos”.  Em compensação, os impostos aumentaram e grande parte da arrecadação foi desperdiçada em corrupção, incompetência administrativa( cerca de 30 bilhões de reais por ano!), pagamento de juros para investidores especulativos, aumento de gastos públicos sem o devido retorno à nossa classe média, em nome do combate às “desigualdades sociais”.

 Eu estou fazendo minha parte. Já cortei a faxineira, não dou esmola nos semáforos, cortei as contribuições a entidades assistenciais, estou renegociando todas as minhas dívidas com bancos com o mote “devo não nego, pagarei quando e como puder”.

Aquele email que circulou depois das eleições não é brincadeira, não. Devemos agir assim mesmo.

Vamos mandar e-mails aos políticos do Congresso ameaçando de pararmos de pagar impostos que pagam os salários deles se não trabalharem de fato para a sociedade. Vamos cobrar! Afinal, somos mais de 50 milhões que não escolheram Lula de novo. Ao funcionário público que lhe atende mal na repartição (normalmente é lulo-petista), diga: “Vou denunciar sua conduta para a imprensa!” Nós temos recursos à nossa disposição que podemos e devemos usar. Sua câmera digital deve sempre estar à mão para fotografar casos de má conduta de agentes públicos. Essas fotos devem ser publicadas na Internet e encaminhadas ao ministério público e à imprensa. Façam um pequeno investimento. Comprem um micro gravador. Gravem conversas escusas de achaques à sua pessoa por parte de fiscais e agentes públicos corruptos e levem ao Ministério Público ou à imprensa.

Não contratem nenhuma pessoa que ganha bolsa- família e/ou votou no Lula. Não os ajude, eles não precisam. Já estão sendo ajudados com o nosso dinheiro via impostos.  

O povo pobre elegeu Lula e colocou de volta no Congresso um monte de maus políticos. O povo mais pobre depende mais da nossa ajuda que podemos dar empregos a eles se tivermos condições, que do governo que o utiliza como massa de manobra. Só assim eles vão entender a burrada que fizeram.

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Desconstruindo os discursos mentirosos do lulo-petismo(3)

Posted by tunico em novembro 22, 2006

“A base está pronta. Agora o Brasil vai crescer 5% ao ano de forma sustentada” 

Esse foi o discurso de Lula na campanha. Outra mentira. O IPEA já publicou que o Brasil só poderá crescer a este ritmo daqui a 15 anos, caso o governo corte gastos, reduza juros, mantenha a inflação nos níveis atuais, invista pesado em infra-estrutura, desonere os impostos das empresas e dos contribuintes de forma a incentivar a poupança. Esse crescimento é impossível de acontecer agora sem graves conseqüências à economia no futuro.

 O que estamos vendo?

 Lula já disse que não vai cortar gastos. Os congressistas querem aumento de salários de 30%, os juízes também, os funcionários públicos também, o Bolsa-Família sofreu um aumento de 33,3% (e mesmo assim mal dá para custear uma refeição diária).         

As PPP´s para infra-estrutura se saírem do papel no ano que vem, só  surtirão efeito após uns 3 anos.

A carga tributária está em quase 40% do PIB.Precisaria cair para 30% já no ano que vem, com uma reforma tributária efetiva reduzindo ICMS, IRPF na fonte voltando para 25%, CPMF voltando para 0,8%, encargos sociais reduzidos à metade. Vocês acreditam?

O déficit da Previdência Social aumentou assustadoramente desde 2003 apesar da reforma “meia-boca” feita. O problema maior não está na previdência dos trabalhadores das empresas privadas e sim na previdência dos funcionários públicos responsável por 80% do déficit e aí é impossível mexer pelo forte corporativismo desse pessoal que não vai nunca deixar de mamar nas tetas do governo até porque é onde se encontra a maior parte dos militantes do lulo-petismo.

O Presidente do Banco Central já avisou que vai manter as metas de inflação o que quer dizer na prática que os juros ainda cairão de forma lenta quando deveriam estar HOJE em cerca de 9% ao ano e ainda estamos em 14%. Porém se caírem bruscamente a partir de agora, os capitais especulativos fogem rapidinho, o dólar sobe rapidinho, a inflação volta rapidinho. O caos volta rapidinho.

As incompetências do primeiro governo estão surtindo efeito agora. O apagão aéreo que assistimos é um exemplo claro disso. A falta de investimentos em energia elétrica no governo atual do lulo-petismo impede um crescimento de 5% ao ano. Se esse crescimento acontecer numa bolha (já vimos este filme antes) em 2 anos teremos falta de energia. Pior, a tão proclamada auto-suficiência em petróleo irá por água abaixo com 2 anos de crescimento de 5%. Ela existe hoje porque o crescimento da economia não passou na média de pífios 3% ao ano.  

Enfim, senhor Lula. Pode tirar o cavalinho da chuva porque o senhor não vai cumprir mais essa promessa de campanha pois ela é mentirosa. 

(vejam também o post de 22/11/2006 de Jorge Hori em seu blog   http://cndpla.blog.uol.com.br )

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Desconstruindo os discursos mentirosos do lulo-petismo(2)

Posted by tunico em novembro 22, 2006

A falácia do Bolsa-Família

 

Lula brada aos quatro ventos que com o Bolsa-Família, a vida do brasileiro miserável melhorou muito e que hoje o brasileiro pode fazer 3 refeições diárias com o dinheiro do bolsa-família. Vamos fazer as contas?

 

-Dieta mínima de uma família miserável de 4 pessoas que ganha Bolsa-Família na média de R$ 60,00 por mês

 

-Café da manhã: pão com manteiga e café com leite

-Almoço: Arroz com feijão, ovo e farinha

-Janta: Arroz com feijão, carne de segunda e farinha

 

Nota: Acompanha água (supostamente de graça)

 

-Consumo diário dos ingredientes e insumos:

4 pães de 50g, 40 g de manteiga, 0,6 litro de leite e 50g de café

200 g de arroz, 200 g de feijão, 200 g de farinha, 2 ovos e 200 g de carne

 

-Consumo mensal:

6 kg de pão, 1,2 kg de manteiga, 18 l de leite, 1,5 kg de café

6 kg de arroz, 6 kg de feijão, 6 kg de farinha, 5 dúzias de ovos, 6 kg de carne

Gás: 1 botijão de 13 kg por mês

 

-Custo mensal:

Pão: R$ 2,40 por Kg x 6= R$ 14,40

Manteiga: R$ 7,50 /kg x 1,2=R$ 9,00

Leite: R$ 1,00 por litro x 18 = R$ 18,00

Café: R$ 8,00 por kg x 1,5 = R$ 12,00

Arroz: R$ 1,60 por kg x 6 = R$ 9,60

Feijão: R$ 1,80 por kg x 6 = R$ 10,80

Farinha: R$ 1,00 por kg x 6 = R$ 6,00

Ovos: R$ 2,10 a dúzia x 5 = R$ 10,50

Carne: R$ 4,00 por kg x 6 = R$ 24,00

Gás: R$ 33,00 por botijão = R$ 33,00

 

-Total: R$ 147,30 por mês 

 

Ou seja, o tal do Bolsa-Família dá só para uma refeição por dia. As outras duas refeições, o miserável tem que batalhar nos pedidos de esmolas nos cruzamentos,na beira das estradas,na porta dos supermercados, na prostituição infantil, no tráfico de drogas, no banditismo, na venda de quinquilharias nas ruas.

 

Vamos pegar o Lula na mentira, gente!

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Desconstruindo os discursos do lulo-petismo (1)

Posted by tunico em novembro 22, 2006

Lula e as “Zelites”

 Lula em todas as vezes que existe oportunidade, ataca as elites de uma forma generalista e pejorativa, como sendo estas as responsáveis pela situação de desigualdade do país.  Em primeiro lugar, vamos ao Aurélio para ver a definição da palavra. “O que há de melhor numa sociedade ou num grupo social;escol” E quem são as elites? São pessoas ou grupos de pessoas que se sobressaem, que servem de modelo, influenciam a sociedade  e que pela definição acima são chamados de “elite”. Assim é no meio empresarial, educacional, artístico, esportivo, cultural, militar, político, enfim em todos os segmentos da sociedade organizada. Isso existe desde que o mundo é mundo e não somente há 500 anos como gosta de falar o ocupante de plantão do Palácio do Planalto.  A sociedade já se disse, é constituída por 5% de líderes e por 95% de liderados. É assim que o mundo gira e a Lusitana roda. Podemos afirmar que esses 5% são membros das elites.  No entanto ser da elite não significa ser bom. Existem membros das elites que contribuem positivamente para a evolução da sociedade enquanto outros contribuem negativamente. Existe sim, a boa elite e a má elite. Boa elite é aquela que contribui de forma positiva para a sociedade como um todo e má elite é aquela que contribui somente para o seu grupo. O resto da sociedade que se dane. O campeão mundial de cuspe à distância faz parte da elite de cuspidores mas o que ele contribui para a sociedade como um todo? Lula é elite sim, mas positivamente não é da boa elite. Diz que é o presidente dos pobres (e dos petistas). Discrimina os demais brasileiros. Sua contribuição para a sociedade é altamente negativa ao instigar ódio de seus liderados contra as demais elites que não o apóiam. Entre essa, a elite que denuncia os malfeitos e a corrupção do seu governo e não compactua com isso tudo que está aí. Os iguais se atraem e Lula se alia às más elites para poder governar. Privilegia os grupelhos que lhe adulam e lhe apóiam. Esse é o verdadeiro objetivo de Lula e de seus companheiros da má elite. Desmoralizar as elites boas do país, invertendo e subvertendo os valores, para então apossar-se do poder absoluto. Sabe que tem somente mais 4 anos para tal.

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Campanha:”Não dê panetone para o porteiro”

Posted by tunico em novembro 1, 2006

Então… É Lula lá, de novo, com a burrice do povo.
Bom, mas… E agora? Agora, véspera do Natal resta uma campanha.


Lula inventou o “Bio-Diesel”, acabou de inventar a TV Digital.
Não tem mais ninguem desempregado no Brasil, todos trabalham com carteira assinada.
O Brasil cresceu nos últimos quatro anos muito mais que no século passado inteiro. É mole?
A saúde está quase perfeita, falta pouco para a perfeição absoluta.
Os brasileirinhos pobres agora comem três refeições ao dia, e podem comer até file mignon. (ele disse isso sim, acredite).
E assim vai… Tudo que você imaginar foi Lula quem fez, e se não fez ainda vai fazer, é só esperar.
Milhões de caminhoneiros felizes trafegam pelas mais belas, seguras e bem asfaltadas estradas deste país.
Esta tudo uma beleza!
Somos um pais rico, quanto vale um droga de refinaria de petróleo? A Bolivia que fique com ela, temos muitas outras.
Todos os corruptos do país estão em cana, e foi Lula que mandou prender. Viu?
Todo mundo esta feliz, Lula foi reeleito. Viva!!

Graças ao Lula eu já suspendi as três Instituições que colaborava mensalmente, que atendiam pessoas e crianças carentes.
Ajudar asilo com aqueles velhinhos chatos? Não! Nunca mais. A aposentadoria deles nunca esteve tão alta, e ainda ganham remédio de graça do governo Lula. Oras!
E não adianta reclamar, eu acredito naquilo que “meu” presidente fala.

Veja você como são essas pessoas incrédulas.
– Chorando, uma diretora dessas instituições que cuidam de crianças pobres e desamparadas implorou por Deus que eu continuasse a colaborar, porque as crianças iriam passar fome. Pode isso? Parece que não assiste TV.
Ela disse que era mentira do Lula, que não havia ajuda e tudo continuava como antes e sem ajuda a instituição iria fechar. Argumentei que ela sim é que era mentirosa.
Eu vi na TV. Lula falou. Eu acredito no “meu” presidente, ou iria acreditar nela que não é “ninguém”?!

Decidi:
Não ajudo instituição nenhuma.
Não dou esmola e nem compro balinhas no farol.
Não colaboro mais com os empregados do meu prédio.
Não vou dar roupas, panetone, nem colaborar com caixinha de Natal.Não precisam mais.
E, deixem o Homem trabalhar!

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Troque a palavra fascismo por lulo-petismo

Posted by tunico em novembro 1, 2006

A palavra fascismo adquiriu o significado de qualquer sistema de governo semelhante ao de Mussolini, o qual exalta a nação e muitas vezes a raça acima do indivíduo, embora de forma não tão explícita como no nazismo e usa da violência, de modernas técnicas de propaganda e censura para suprimir pela força a oposição política, emprega uma arregimentação econômica e social severa, e sustenta o nacionalismo e por vezes a xenofobia (nacionalismo étnico), tendo em conta que se privilegia preferencialmente os nascidos no próprio país, desenvolvendo-se dessa forma uma certa apatia para com os imigrantes.O fascismo é coletivista, procura mobilizar as massas com propaganda vulgar e violência escandalosa. Se opõe ao liberalismo clássico e ao conservadorismo. O líder fascista é um ator exagerado, no qual são depositadas todas as esperanças de forma messiânica. O fascismo surge em tempos de grande stress, quando a fórmula democrática moderna falha. Aqueles que desejam promover o sectarismo são o sustentáculo fascista.Num artigo da Enciclopedia Italiana de 1932, escrito por Giovanni Gentile e atribuído a Benito Mussolini, o fascismo é descrito como um sistema no qual “o Estado não apenas é autoridade que governa e molda as vontades individuais com leis e valores da vida espiritual, mas também poder que faz com que a sua vontade no estrangeiro prevaleça. …Para o fascista, tudo está dentro do Estado e … nem indivíduos ou grupos estão fora do Estado… Para o Fascismo, o Estado é um absoluto, perante o qual os indivíduos ou grupos são apenas algo de relativo.”Mussolini, em um discurso proferido dia 28 de outubro de 1925 proferiu a frase que define concisamente a filosofia do fascismo: “Tutto nello Stato, niente al di fuori dello Stato, nulla contro lo Stato” (“Tudo no Estado, nada fora do Estado, nada contra o Estado”).O Nazismo é geralmente considerado uma forma de fascismo, mas o Nazismo, em contraste com o Fascismo, viu o objectivo do Estado no serviço de um ideal daquilo que o Estado supostamente deveria ser: as suas pessoas, raças, e a engenharia social destes aspectos da cultura com o fim último de uma maior prosperidade possível para eles às custas de todos os outros. Por seu lado, o fascismo de Mussolini continuou fiel à ideologia de que todos estes factores existiam para servir o Estado e que não era necessariamente no interesse do Estado servir ou manipular algumas daquelas características. O único objectivo do governo sob o fascismo era auto-valorizar-se como a maior prioridade da sua cultura, simplesmente sendo o Estado em si, quanto maior a sua dimensão, melhor, pelo que se pode dizer que se tratou de uma Estadolatria (idolatria do estado) governamental.Enquanto o Nazismo era uma ideologia Metapolítica, vendo a si mesmo apenas como uma utilidade pela qual uma condição alegórica do seu povo era o seu objectivo, o fascismo era uma forma sinceramente anti-socialista de Estatismo que existiu por virtude de e com fins em si mesmo. O movimento Nazi falou da sociedade baseada em classes como o seu inimigo e pretendia unificar o elemento racial acima de classes estabelecidas, enquanto que o movimento fascista tentou preservar o sistema de classes e sustentou-o como a fundação de cultura estabelecida e progressiva.Este teorema subjacente fez os Fascistas e Nazis de então verem-se como parcialmente exclusivos entre si. Hoje, no entanto, esta diferença não é patente na terminologia, mesmo quando usada num contexto histórico.O Fascismo italiano assume que a natureza do estado é superior à soma dos indivíduos que o compõem e que eles existem para o estado, em vez de o estado existir para os servir. Deste modo todas os assuntos dos indivíduos são assuntos do Estado. No seu modelo corporativista da gestão totalitária mas privada, as várias funções do Estado são desempenhadas por entidades individuais que compõem o Estado, sendo do interesse do Estado inspeccionar essa acção, sem nacionalizar aquelas entidades. A actividade privada é num certo modo empregue pelo Estado, o qual pode decidir suspender a infra-estructura de alguma entidade de acordo com a sua utilidade e direcção, ou interesse do estado.A composição social dos movimentos fascistas foi historicamente a de pequenos negociantes, burocratas de nível baixo e as classes médias. O Fascismo também encontrou grande sucesso nas áreas rurais, especialmente entre agricultores, e na cidade entre as classes trabalhadoras. Um aspecto importante do fascismo é que ele usa os seus movimentos de massa para atacar as organizações das classe trabalhadora – partidos da esquerda e sindicatos.Ao contrário do período anterior à Segunda Guerra Mundial, altura em que muitos grupos se denominaram abertamente fascistas, no período pós-guerra, o termo tomou um significado pejorativo, em parte como reacção aos crimes contra a Humanidade levados a cabo pelo Nazis.Hoje, muito poucos grupos proclamam-se fascistas, e o termo é usado para denegrir grupos por quem se tem desdenho, sem o mínimo conhecimento do significado do termo. O termo “fascista” ou “Nazi” é frequentemente atribuído a indivíduos ou grupos que são vistos como de comportamento autoritário ou que tentam concentrar o poder. Mais particularmente, “Fascista” é por vezes usado por pessoas de esquerda para caracterizar alguns grupos ou pessoas da extrema direita ou próximas, ou por pessoas de extrema-esquerda para descrever qualquer influências políticas ou culturais percepcionadas como “não-progressivas”, ou meramente não suficientemente progressivas. Este uso recuou muito a seguir aos anos 70 do século XX mas conheceu um “renascimento” recente com o movimento do activismo Anti-globalização.O Fascismo, em muitos aspectos, é uma ideologia de negativismo: anti-liberal, anti-Comunista, anti-democrática, anti-igualitária, etc. Como sistema político e económico em Itália, combinava elementos de corporativismo, totalitarismo, nacionalismo, anti-comunismo.

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Alerta total!

Posted by tunico em novembro 1, 2006

Numa democracia, existe sempre a situação e a oposição. A situação tem a responsabilidade de governar e a oposição tem a obrigação de fiscalizar as atuações da situação, denunciar abusos. À mídia escrita,falada e televisada, cabe a responsabilidade de informar a população e denunciar os abusos cometidos no âmbito da sociedade como um todo, inclusive no âmbito dos poderes republicanos. A mídia tem também o papel de porta-voz da sociedade que através dela expressa suas opiniões. Abusos e inverdades são coibidos na forma da Lei.
O lulo-petismo vem se queixando de perseguição de parte da mídia, que teria “atrapalhado” seu primeiro governo e dificultado sua reeleição, levando-o a disputar um segundo turno. Todos sabemos que um dos objetivos do socialismo fascista – talvez o principal – é calar a imprensa livre. Sem informação e denúncias públicas feitas pela imprensa, o povo fica vulnerável aos desmandos e à máquina propagandística oficial e à mídia “chapa-branca” aliada aos detentores do poder. Assistimos tentativas do lulu-petismo no passado recente, de “enquadrar” a mídia que reagindo fortemente com o apoio da sociedade, abortou esta tentativa.
Somente um dia depois do resultado das eleições, assistimos em Brasília uma intimidação de partidários radicais do lulo-petismo contra jornalistas da Globo, da Veja e da Folha de São Paulo. Ontem, jornalistas da Veja foram “apertados” indevidamente nas dependências da PF em São Paulo. O gerente de plantão do PT, o senhor Marco Aurélio Garcia declara que a imprensa deve fazer sua auto-crítica, insinua que é uma boa que pessoas deixem de assinar publicações que sejam contrárias ao governo, o sempre raivoso Ciro Gomes em entrevista ao colunista lulo-petista Paulo Henrique Amorim incentiva a democratização(?) da mídia neste novo governo. Não é para se preocupar?
Jornalistas e cidadãos que claramente têm opinião contrária ao comportamento do lulo-petismo nos últimos 4 anos, pleno de atividades escusas, à margem da lei e da boa ética, prerrogativa que lhes cabe dentro da democracia, são alvo de ofensas, desqualificações, patrulhamentos, ameaças graves até, na maioria covardes e anônimas, feitas por um batalhão de militantes de prontidão incitados pelos cabeças do lulo-petismo para tal. Não pregam o diálogo nem o debate. Pregam sim, o confronto. Partem para a ignorância desde o início.
Lula ontem em cadeia nacional, além do blá-blá-blá que lhe é peculiar convida as oposições para um entendimento. Ao assistir, me chamou a atenção um pedaço de sua fala:

“Uma votação maciça, como a que tivemos, eu e o meu companheiro José Alencar, dá plena legitimidade ao exercício do poder mas não resolve, num passe de mágica, os problemas nacionais. Volto a afirmar que o nome do meu segundo mandato será desenvolvimento. Desenvolvimento com distribuição de renda e educação de qualidade. E é em torno desta proposta, capaz de unir todos os brasileiros e brasileiras, que venho pedir o esforço e o entendimento nacionais.Como homem de diálogo que sempre fui, estendo mais uma vez as mãos para o diálogo e a concórdia. Conclamo toda a sociedade, a começar pelas lideranças políticas e movimentos sociais, a unirmos o Brasil em torno de uma agenda comum de temas de interesse geral.É um chamamento maduro e sincero feito por um presidente que está saindo de uma vitória expressiva nas urnas, que conta com o apoio majoritário dos governadores eleitos e que terá uma base sólida no Congresso Nacional. Mas já tem experiência suficiente para saber que para fazer as coisas com a velocidade que o Brasil necessita é preciso contar com o empenho e a boa vontade de amplos setores da vida nacional”.

O trecho grifado em itálico me pareceu mais uma ameaça velada que uma constatação. Do tipo, “eu estou convidando vocês para um entendimento mas do alto da minha maioria esmagadora eu tenho a força, fiquem sabendo! Se meu governo não der certo, vocês serão culpados por não quererem aceitar meu convite.”

Lula ao contrário do que se apregoa, foi eleito não por 61% mas sim, por 46% do eleitorado brasileiro. Assim, a maioria do eleitorado não o quis no cargo que vai ocupar por mais 4 anos. Essa maioria por mais 4 anos vai acompanhar, ter conhecimento de desmandos com o apoio da imprensa livre, pode até apoiar os reais benefícios que fizer para TODA a sociedade, não somente para um segmento dela. Mas dados os exemplos do passado antigo de histeria oposicionista e do passado mais recente de corrupção, falta de ética, de mentiras aliados aos acontecimentos destes últimos 2 dias, devemos ficar em estado de alerta total. Assim como para 95% do povo brasileiro os políticos não são confiáveis, para 54% do eleitorado brasileiro, este pessoal que hoje está no poder também não é confiável.

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Pesquisa Data-Folha-Esquisito, né?

Posted by tunico em outubro 18, 2006

 Eu achei no mínimo estranho a diferença entre Lula e Alckmin ter aumentado tanto em apenas uma semana. Como bom matemático, fui ver a fundo a metodologia utilizada pelo Instituto. O Instituto Data-folha é considerado sério e adota metodologias próprias que eles consideram adequadas dentro da boa estatística. Porém, baseado nos resultados do primeiro turno, achei esquisitos os resultados desta última amostra. Baixei as tabelas detalhadas à disposição no site do Instituto. Vi algumas incongruências que demonstro a seguir:

 1-      Foram entrevistadas 7.133 pessoas em 25 estados. Ficaram de fora os estados do Amapá e Roraima. Até aí, tudo bem, pois o resultado nestes estados não afetaria o resultado geral de forma significativa.

Ao analisar a tabela geral  de intenção vi os seguintes resultados absolutos:de 7.133 entrevistados, 3.964(55,6%) são Lula, 2.737(38,36%) são Alckmin, 242(3,38%) são branco/nulo/nenhum, 190(2,66%) é um número que não está demonstrado mas é o saldo para fechar os 7133 entrevistados. Nesta mesma tabela, existe uma linha chamada de resultado ponderado onde Lula passa para 57% e Alckmin para 38%, sendo 5% o saldo de brancos/nulos/nenhum que foi o resultado divulgado.Entendi que os 190 entrevistados “fantasmas” foram distribuídos no resultado geral. Comparando com os resultados do primeiro turno, infiro que grande parte dos votos de HH, Cristóvam e os nanicos foram para Lula, mais uma parcela dos brancos e nulos do primeiro turno e Alckmin não ganhou nem perdeu nada no caxangá, pois mantém os mesmos 38% do primeiro turno.

Mas o pior vem agora. O Data-Folha tem uma tabela de distribuição da amostragem por região do país. As entrevistas não foram feitas considerando a proporção correta de eleitores de cada região(a saber, Sudeste- 43,6%;Sul-15,1%;Nordeste-27,11%;Norte-COeste-14%). Entrevistaram mais eleitores no Sul(32,5%), menos no Nordeste(16,6%) e no Norte/Centro-Oeste(9,7%), e quase o mesmo número no Sudeste(43,2%). Aí, fizeram uma ponderação com base nesta distribuição, para corrigir a distorção da amostragem. Nesta ponderação, o resultado é extrapolado para a tabela principal, corrigindo os resultados absolutos. Me chamou a atenção também que o número de brancos/nulos/indecisos por região é consistentemente maior(12,5% em média) que o número final ponderado apresentado(5%). Não entendi a conta feita neste caso. Aqui estou inferindo que houve uma distribuição forçada da diferença média de 7,5% ou o que chamamos em matemática de “chutômetro”. Uma tentativa de distribuir a tendência dos indecisos baseada na ponderação final.  Pela teoria dos erros, esse cálculo só faz aumentar a diferença a favor de quem já está na frente. Como a ponderação final é favorável a Lula, esta distribuição “forçada”  só faz aumentar a diferença.

Na distribuição por região, Alckmin cai em todas elas se comparado ao primeiro turno. Parte dos votos dos outros candidatos migra para Lula e parte migra para o rol dos indecisos, brancos e nulos.Mas o resultado desta tabela não bate de novo com os 5% de indecisos brancos e nulos do resultado ponderado divulgado.Novamente um mistério.

Chego à seguinte conclusão: Apesar da seriedade do Instituto Data-Folha, houve um erro de amostragem. Foram entrevistadas pessoas em regiões e locais com características não adequadas à distribuição mais próxima do perfil real do eleitorado como deveria ser. Se foi proposital ou não não sei mas que é estranho, lá isso é. O problema é que se houve erro de amostragem, o resultado foi divulgado e já causou o efeito psicológico que devia causar.Desalento para que está atrás e incentivo para quem está na frente. Na próxima pesquisa, este resultado poderá se confirmar justamente pela psicologia, não pela matemática. E o Data-Folha se safará do erro cometido. Já vi este filme antes. 

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Vejam o que um petista equilibrado fala

Posted by tunico em outubro 11, 2006

Ao nível de equilíbrio do bem e do mal
O presidente Lula, candidato várias vezes na vida, foi assíduo freqüentador de debates. O ex-presidente Fernando Collor humilhou-o diante de milhões de eleitores na campanha de 1989. O falecido governador Leonel Brizola ridicularizou-o, dando-lhe apelidos jocosos. O ex-presidente Fernando Henrique preferiu a condescendência e dispensou com ele a discussão, alegando ser desnecessário por se tratar de um mito. O PT se submete, os ministros não o enfrentam. Lula esteve sempre acima do bem e do mal.
Luiz Inácio Lula da Silva, na reflexão que se pretende aqui fazer, nunca teria sido tão respeitado como o foi no domingo por seu adversário na disputa da Presidência da República, Geraldo Alckmin, durante debate da TV Bandeirantes. Uma constatação que contraria tudo o que têm dito Lula, o PT e os que agora firmaram a estratégia de vitimizá-lo para sensibilizar o eleitor indeciso.
Há, porém, um petista, o deputado mineiro Paulo Delgado, que sempre foi independente e crítico e talvez por isso mesmo não tenha conseguido a reeleição para a Câmara, que tem uma visão diferente: “Nem Lula foi agredido, nem o debate só tratou de baixarias. Foi o melhor debate da história da política brasileira. O nível foi alto, o Lula foi respeitado e também respeitou, houve um embate político duro entre dois homens adultos”. Se os petistas insistirem em ver o debate como hostil, diz Delgado, “é sinal de que querem ganhar a disputa sem resolver os problemas. O PT não pode querer ganhar sem debater essas questões, essa é a agenda, nós temos que explicar os problemas”.
Em sua opinião, a exigência da sociedade brasileira é o esclarecimento da agenda negativa da política. O segundo turno teria a função de decantar o principal da agenda que, segundo o deputado, tem hoje dois temas principais, e ele começa pelo segundo para destacar a importância do primeiro. “O segundo grande tema da sociedade brasileira é o progresso industrial e vigor tecnológico. Isto inclui gerar emprego, aumentar o PIB, criar um país com crescimento econômico que possa prescindir de políticas sociais emergenciais”.
O primeiro grande tema, porém, “é a moral e os bons costumes da vida pública”. Para Delgado, seria inédito no mundo uma sociedade em que existe “desonra na política” com um PIB de primeiro mundo.
“O primeiro debate do segundo turno foi o melhor debate desde a abertura. Os dois candidatos foram tratados como adultos e isso permitiu que a vaidade, as idiossincrasias de cada um, não se tornassem o elemento central”. A síntese humorada de Paulo Delgado é: “Foi um debate americano com temas paraguaios”.
O Brasil, a seu ver, ainda não se elevou, não tem a dureza que europeus e americanos têm quando se trata do confronto com a moral pública. “A idéia de que a agenda da honestidade é baixaria, e que a indignação é irritação, é de um país que não está acostumado a ver essa questão tratada com objetividade e de maneira adulta e respeitosa, como foi”.
Paulo Delgado discorda também dos que não perceberam no debate a exposição de programas de governo. São três as funções do debate, diz. A primeira, é ver a integridade do homem público diante do seu contendor. A segunda, principalmente no caso do presidente de um país, é ver como ele reage em situações de risco, a capacidade que tem de absorver críticas sem considerá-las pessoais. E a terceira é colocar na mesa, para discussão, o que está nas fábricas, nas empresas, nas universidades, os assuntos que estão nas instituições e nas ruas.
Há 10 anos, lembra, já coube em debate uma pergunta sobre Aids, e hoje a questão não está mais na rua; como já esteve na agenda a questão do aborto, da fé – este debate derrotou Fernando Henrique Cardoso há 15 anos, porque era da agenda brasileira. “Hoje, perguntar a Lula se ele é católico ou evangélico não seria uma agressão, da mesma maneira que não seria agressão pergunta a Alckmin qual a verdadeira vinculação dele com a Opus Dei”.

“Um debate americano com temas paraguaios”
Lula e o PT reclamam que não houve discussão sobre programa de governo, mas houve, sim. Todas as perguntas, respostas, réplicas e tréplicas sempre incluíram críticas a opções feitas pelos partidos em disputa e embutiram também projetos para o futuro. O que não houve foi a substituição total da agenda da honestidade. Paulo Delgado define: “Não houve debate acadêmico sobre programa de governo, nem ali era o lugar; houve debate político sobre programa de governo”. O encontro, diz, elevou o nível da política: “Quem está querendo baixar o nível é o PT. O PT não aguenta esse tipo de debate”
 Rosângela Bittar- Valor Econômico

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